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Rendimento real do crédito privado

O rendimento declarado ante o que a parte ganha de verdade

Modele a rampa, a inadimplência, o financiamento e o imposto e veja o rendimento real sobre o capital comprometido.

A ferramenta funciona no seu navegador e precisa de JavaScript. A metodologia, as hipóteses e os exemplos resolvidos seguem abaixo e não o exigem.
O problema

O capital comprometido não é o disposto, e a renda tributável não é a recebida

Duas coisas separam o cupom do crédito privado do rendimento do investidor. O instrumento modela a rampa de alocação, o caixa não disposto, a inadimplência, o financiamento, as comissões e o imposto sobre a renda acumulada, e não só sobre a recebida.

Exemplo resolvido

De 10,50% declarado a 7,66% real

Recalculado com node sobre R$ 10 milhões comprometidos a 8 anos, fundo sênior, na situação brasileira (imposto de 15%).

R$ 10.000.000 comprometidos · 8 anos · rendimento declarado 10,50%
declarado 10,50% real 7,66% (apos comissoes, perdas e imposto) conserva 73% do rendimento declarado

O crédito privado paga quase tudo como renda, tributada à medida que se acumula: ao contrário de um ganho de capital não tem diferimento natural, e por isso a última linha cai mais do que em um rendimento de renda variável equivalente. Um componente de pagamento em espécie adianta o imposto sobre renda ainda não recebida em caixa; no preset sênior esse componente é zero.

Sobre o capital comprometido

O rendimento é expresso sobre o capital reservado, e não o investido, porque uma parte nunca é emprestada e o caixa não disposto rende o tipo do caixa.

Normas e fontes

As autoridades em que esta página se apóia

Lei 14.754/2023, arts. 2, 3, 4 e 5

Uma apólice estrangeira genuína com valor de resgate, detida diretamente pela pessoa física, é aplicação financeira no exterior (art. 3, § 1, I) e só é tributada na realização: 15% sobre o ganho no resgate (art. 2, § 1, c/c art. 3, § 2). Se os ativos estiverem em uma entidade controlada, passam a 15% ao ano em 31 de dezembro (arts. 4 e 5). Planalto. Eficiência fiscal.

Âncora doméstica: VGBL e tabela regressiva

O VGBL prova a lógica no Brasil: o imposto incide só sobre o ganho e só no resgate, pela tabela regressiva (de 35% até 2 anos a 10% acima de 10 anos), e o capital transmite fora do inventário e sem ITCMD (STF Tema 1214). O PPLI estrangeiro é o análogo internacional, agora dentro da Lei 14.754.

Portugal: CIRS art. 5, IFICI (art. 58-A do EBF) e Imposto do Selo

No unit linked, a taxa liberatória de 28% reduz por prazo de permanência: 22,4% entre 5 e 8 anos, 11,2% após 8 anos. Não há imposto anual sobre o património (o AIMI só incide sobre imóveis). O Imposto do Selo (Verba 1.2, 10%) isenta cônjuge, descendentes e ascendentes (art. 6, al. e, do CIS). Sob o IFICI, a fonte estrangeira elegível é isenta de IRS por 10 anos, exceto pensões.

Acesso reservado

Uma conversa, não uma oferta

Cada solicitação é lida por uma pessoa, um especialista sênior, e nunca entra em um funil de venda. Você recebe uma resposta escrita, normalmente em um dia útil.

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